segunda-feira, 26 de maio de 2008

Fazer Bonito


Mais uma obra começando... é sempre assim, como se fosse um filho, e pra mim é mesmo!
Ultimamente tem sido necessário pedir para fazer bonito. Quando se fala em crise, não se percebe que há uma crise estética séria. Talvez ela pareça menos importante que outras crises — fala-se em corrupção, saúde, segurança. Talvez ela realmente seja menos importante, mas dúvidas me surgem quando circulo por cidades tão diferentes como Umuarama e São Paulo. É tudo absurdamente feio — das panças à mostra aos camelôs nas calçadas, dos sanduíches sebentos às casas fortemente muradas.
A resposta é “faça bonito”, coloque a beleza no topo de sua lista de prioridades. Tome a beleza como princípio e fim — ao projetar, ao trabalhar, ao ensinar, ao viver. Onde a beleza não existe, que ela seja criada. Onde ela existe, que ela seja mantida. Simples assim!

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Celebrar é preciso!

Celebrar é preciso. E quem não sabe o valor de se comemorar as datas importantes, as pequenas e grandes conquistas diárias, os dias santos, ou simplesmente a vida, entre amigos ao redor de uma linda mesa, comendo, bebendo e vivendo?



Pense na bacalhoada!!!




terça-feira, 20 de maio de 2008

Arquitetura na Paisagem





Arquitetura na paisagem é o diálogo entre a natureza e o entorno construído. Um constante desafio conceitual. Sendo assim, na arquitetura devemos assumir valores culturais. Ela deve “nascer” do espaço em que será inserida. As pessoas procuram referenciais urbanos e a paisagem, seja boa ou ruim, acaba gerando algum referencial. Quando falo em paisagem, não estou me referindo apenas à natureza e seu relevo, mas a qualquer espaço.
Adorei não precisar sacrificar essa palmeira, ela estava exatamente no local correto, fez parte da minha arquitetura.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Dia das mães...

A Mamis!



Entrando na onda do "não aos sacos plásticos", fizemos em patchwork vaaaaaaarias sacolinhas que viram carteiras, ou carteiras que viram sacolas, como preferir!


Violetas... dia das mães tem que ter flor tbém!




domingo, 11 de maio de 2008

Aqui a tristeza pula de alegria...

Em Pérola City! Hoje tem festa na cidade, e eu quero vê você dançar. Você é a estrela do meu céu, você é fogo, é água, é ar...

Autógrafos pra Narú! Amiga, fomos lá por vc.. hehehehe


Noite Enluarada, hoje vou te amar, ponho o carro na estrada e saio a te procurar...

quinta-feira, 8 de maio de 2008


Saudadeeee.. sofro viu!?

AMIGA desde sempre! Ana Carolina, como é bom poder contar com alguém como vc, em qualquer circunstância. Ontem vc me mandou um recado que me deixou... bom, primeiro super feliz pois sei que essa cirurgia é um sonho e vai mudar sua vida, com certeza! Depois, morrendo de medo, pois é sabido que morro de medo de sangue, injeção, hospital... essas coisas, mas nada que vc não tire de letra, afinal é acostumada com essas coisas. Torço muito por você e sei que vai dar tudo certo, mas que meu coração tá apertadinho isso está!!! Como sofro...

terça-feira, 6 de maio de 2008

Idéias Vazias


Ser bipolar tira um pouco da inspiração. Por isso, acabo me baseando em outras coisas para escrever. Principalmente porque eu nunca sei se o que eu estou sentindo é de verdade ou não. Dá um pouco de aflição, eu confesso. Fico parecendo mulher grávida, com desejo de algumas coisas e repulsa de outras. Fico com vontade de ver algumas pessoas e depois passa. Dá vontade de comer um prato cheio de macarrão 10 vezes por dia.
Mas o mais difícil é saber se isso tudo é de verdade ou não. Me parece que vou encontrar o agente Smith a qualquer momento para me expulsar de onde eu estou. Fico imaginando o que me é de direito e o que não é. E poxa, será que eu tenho algum direito sobre alguma coisa?
E daí o médico me mandou ficar apática. Mas nada fica colorido. Eu não gosto dessa ausência de cores. Um amigo com hiperatividade mental disse que é normal e que eu preciso mesmo é insistir no tratamento e arrumar muito sexo nessa vida. Posso concordar só com a segunda parte, Fê?
Viver é uma doidera sem tamanho. Quem foi que disse que devia ser fácil? Porque não me avisaram que era toda essa trip maluca, cheia de montanhas russas, uma pior que a outra? Ninguém avisa, né?
Não custava nada ter deixado um aviso na portinha do óvulo da minha mãe pro espermatozoide do meu pai ler assim: "Atenção: viver é uma insanidade".
De qualquer forma, respiro fundo todos os dias, até quase os meus pulmões estourarem antes de dormir, para perceber que há ar entrando neles e bombando meu sangue de oxigênio. Para não ter aquela sensação de que o teto está baixando para me esmagar, como naquele filme do Indiana Jones. Penso em céus de baunilha para me acalmar e finalmente me lembro: O que é felicidade para mim mesmo?
O espermatozóide do meu pai deve ter tido uma grande vantagem com relação aos demais para ler as linhas de rodapé da plaquinha que dizia: "Viver é para poucos. E é uma grande loteria, a maior roleta russa já vista".
Ou não.